Estava cansada de sentar sozinha naquela banco da praça rodeada pela neve. Ela gostava da neve, do frio... Mas estava sempre sozinha, sempre via todos juntos, mas ela sempre foi solitária.
Possuía tanto amor, mas ninguém era capaz de dar a ela nem a metade do que sentia.
A neve havia cessado, e a chuva começava a cair aos poucos, mas ela continuava ali, sozinha.
Precisava de um abraço caloroso, de alguém que sentasse ao seu lado em baixo daquela garoa fina e observasse as milhares de estrelas radiantes juntamente com ela.
Alguém que pudesse fazê-la esquecer de seu mar de arrependimentos. O mesmo que ficava revolto sobre as tempestades que ela queria tanto esquecer.
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