quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quer saber? Sou uma pessoa desprezível mesmo. E quer saber mais ainda? Dane-se.

Sei sim ser simpática, mas apenas com certas pessoas, não venha me dizer que isso é falta de educação, mas sim é consideração, merece? É digno da minha simpatia. Por que respeitar alguém que não lhe respeita?

Quando a sociedade vai aprender que não existe um ser melhor?! Não existem ‘um alguém’, somos todos ninguéns! Todos nós, sem exceção.

Outra coisa, não me encaixo em canto algum, não gosto de ser igual a todos, vitimas da mídia ou da própria sociedade. Se gosto, gosto. Se não gosto, odeio. Aprendam a criar e cativar sua própria personalidade! Sinceramente, a mesmice cansa.

Ah, quase ia me esquecer da falsidade. Para que não é? O que custa ser honesto? Vai machucar? Ou perder o braço? Não, não vai. Desprezo sorrisos forçados, abraços sem sentimentos, um ''eu te amo'' sem amor algum, palavras falsas, e por aí vai...

Talvez nem seja tão desprezível assim, talvez só seja real. Mas para o resto do mundo sou uma completa estranha. Mas não me importo com isso.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Aquele zumbido no seu ouvido que lhe deixa louca.
Aquela dor de cabeça que tanto lhe incomoda.
Aquela canseira que lhe deixa com olheiras roxas e enormes.
E aquela dor no peito, no coração...
O que mais me preocupa é essa dor no peito. Não passa. Não alivia. Não para.
Alguém quer levar em bora esse mar de magoas? As tempestades o andam deixando tumultuado. Chega de temporais, me deixam nauseada.
Está tudo bem, tudo ótimo em minha torre de sonhos, mas então o vento forte bate nas ondas e as mesmas revoltadas me atingem com aquela água gelada me tirando daquele mundinho sonhador, destruindo a minha torre de papel e lápis.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Ela só queria alguém ao seu lado, alguém que a amasse verdadeiramente.
Estava cansada de sentar sozinha naquela banco da praça rodeada pela neve. Ela gostava da neve, do frio... Mas estava sempre sozinha, sempre via todos juntos, mas ela sempre foi solitária.
Possuía tanto amor, mas ninguém era capaz de dar a ela nem a metade do que sentia.
A neve havia cessado, e a chuva começava a cair aos poucos, mas ela continuava ali, sozinha.
Precisava de um abraço caloroso, de alguém que sentasse ao seu lado em baixo daquela garoa fina e observasse as milhares de estrelas radiantes juntamente com ela.
Alguém que pudesse fazê-la esquecer de seu mar de arrependimentos. O mesmo que ficava revolto sobre as tempestades que ela queria tanto esquecer.

sábado, 16 de julho de 2011

Certas lembranças muitas vezes podem ser doloridas. Eu sinto isso. Sinto que todos os momentos foram em vão.
Tão bons momentos, e tudo simplesmente acabou. Eu não sei o que eu fiz para acabar nisso, não sei o que levou a isso!
Queria tanto saber se você sente a minha falta, porque eu sinto. Posso não dizer isso por ter medo, mas eu sinto. Queria que você sentisse a minha falta, talvez assim eu saberia que tudo valeu a pena.
Pessoas entram e saem da nossa vida, é regra. Mas sempre existe aquela que nos perguntamos, Por que? Por que?!
Por que não pode continuar tudo como antes?
As pessoas mudam, mas nós podíamos não ter mudado...
Éramos grudados como cola, mas essa cola, a mesma que nos uniu, também nos separou.

terça-feira, 12 de julho de 2011

All yours

Fecho meus olhos e presto atenção aos sons ao meu redor, a música dos meus fones de ouvido deixam passar os barulhos das ondas. Posso sentir a leve brisa gelada de inverno acariciando meu rosto, mas os tímidos raios de sol me aquecem. Me sinto confortável. Por um instante esqueço de tudo, dos meus problemas, dos meus sentimentos. Principalmente dos meus sentimentos. Não me tornei fria por esquece-los, só fiquei mais leve, até consigo me imaginar flutuando... Estava razoavelmente feliz, sem dor alguma. Poderia ficar ali para sempre observando as ondas enquanto o sol me mantinha aquecida por seus raios invernais.