domingo, 7 de novembro de 2010

Tento me segurar, tento esquecer. Mas não posso, não consigo. Lágrimas escapam dos meus olhos.
Procuro pensar em coisas boas, positivas.
Estou isolada na minha torre. Tenho medo. Posso escutar de longe o barulho relaxante das ondas.
Mas a gravidade anda orgulhosa, ela vem mudando em meu respeito.
Sei que há uma possibilidade.
Então me diga, enquanto ouve meu coração acelerado, minha respiração fraquejar e palavras eu gaguejar, que irá me salvar. Que me levará embora. Me libertará.
Ou se meu silencio reinar, olhará nos meus olhos e entenderá.
Eu estou aqui fechada. Jamais irei desistir. Irei chorar, mas a minha esperança não irá falhar.

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